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Coparticipação: saiba como ela funciona no plano de saúde

Tendência no mercado de saúde suplementar, a coparticipação nos planos de saúde tem aumentado muito nos últimos dez anos. Hoje, esse sistema já está presente em praticamente 50% dos planos. Isso porque contribui para equilibrar as contas e os reajustes das despesas médicas, pois os custos são divididos entre as operadoras e os beneficiários. Ou seja, na coparticipação a mensalidade é menor, mas o usuário paga um valor à parte em cada procedimento, como consultas e exames. O uso mais consciente e o combate a fraudes são outras importantes vantagens do plano. Mas, você sabe como ele realmente funciona? E será que vale a pena fazer? Ele é mais acessível? Afinal, é preciso conhecer melhor esse formato, seus benefícios e desvantagens e comparar com outros tipos de planos. Pois nem sempre o que parece atrativo em um primeiro momento, pode não ser. Como o valor da mensalidade é mais baixo, pode ser viável, em momentos onde o paciente poderá usar mais o plano do que esperava. Então vamos acompanhar esse conteúdo para entender melhor como funciona a coparticipação! O que é coparticipação? A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), define coparticipação como o valor que o beneficiário de um plano de saúde paga para a operadora depois de realizar algum tipo de procedimento. Isso geralmente acontece mais com as consultas e os exames. Funciona como um plano convencional, com a diferença que a operadora  consegue oferecer mensalidades mais baratas, do que os demais tipos de planos disponibilizados. De acordo com a ANS as operadoras não podem repassar mais que 30% do valor do serviço para os usuários. Por exemplo, se uma consulta médica custa R$ 100,00 para a empresa, o usuário do plano pode pagar até R$ 30,00. O mesmo acontece com os exames. Apesar de parecer bem atrativo é preciso conhecer muito bem sua funcionalidade, os percentuais a serem cobrados e saber se realmente vale optar por esse tipo de plano. Vale lembrar que nem todos os planos têm a necessidade de pagar coparticipação. Nesses casos as empresas oferecem opções com valores de parcelas maiores e o cliente não pagará nada a mais pelos procedimentos que venha a usar. Essa escolha geralmente leva em conta o perfil do usuário. A coparticipação pode ser interessante para pessoas mais jovens que usam menos os planos de saúde. Já os mais velhos, que têm maior recorrência de procedimentos, planos sem coparticipação podem ser mais vantajosos. Qual a diferença entre o plano de saúde com e sem coparticipação? As duas formas de planos de saúde são aprovadas e regulamentadas pela ANS. Porém, com algumas diferenças entre as modalidades. A principal delas é o valor das mensalidades. No modelo de coparticipação o valor é bem menor do que nos planos convencionais. Isso porque, a operadora acaba dividindo o custo dos serviços médicos com o usuário do plano. A cobrança é feita por meio de uma taxa adicional a cada procedimento realizado, como exames, consultas, procedimentos e até em internações. Esse percentual geralmente varia entre 10% e 30% do valor pago pela empresa. Já nos planos convencionais, a pessoa paga somente uma mensalidade para usar os procedimentos cobertos pelo plano. O que diz a ANS sobre coparticipação? Em 2018, por meio da resolução normativa 433, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu uma série de regras sobre a coparticipação de planos de saúde. O texto estabelecia, por exemplo, que o limite de pagamento pelos procedimentos por parte do usuário ficasse em até 40%. Esse percentual não poderia exceder o valor pago de mensalidade. Também definia a isenção de cobrança de coparticipação e mais de 250 procedimentos. Mas, muitos setores ficaram insatisfeitos com a regulamentação, alegando que esse percentual poderia prejudicar o poder aquisitivo dos trabalhadores. Diante dos argumentos, a ANS revogou essa normativa, resolvendo seguir a resolução número oito do Conselho de Saúde Suplementar (Consu). Assim criou a resolução normativa 434 atualizando as regras para cobrança de coparticipação e franquias em planos de saúde. Apesar de ser livre para definir a taxa de coparticipação a ASS orienta que a operadora não pode ultrapassar o limite mensal ou anual, sobre o valor do serviço prestado. Mas existem algumas exceções, pois nem sempre essa cobrança é um percentual do valor do procedimento. Por exemplo, se há cobrança em internações, esse valor deve ser fixo, é chamado de franquia e não coparticipação. Nesse caso, os exames realizados ao longo da internação também podem ser pagos pelo usuário do plano, desde que seja o mesmo valor fixado em contrato. Regras vigentes sobre coparticipação em 2021 – A operadora tem liberdade para definir a taxa de coparticipação que será cobrada de cada procedimento, mas a ANS recomenda que esse percentual não ultrapasse a margem de 30%; – A lei determina que esse custo não deve ser maior que o valor pago pela mensalidade do plano de saúde ou que 12 mensalidades; – A empresa também deve informar ao usuário, de forma clara e simples, quais são as taxas e regras de utilização da coparticipação; – É proibida a cobrança de 100% do valor do procedimento; – A operadora pode cobrar por qualquer procedimento ambulatorial; – É proibido cobrar uma variação de valores de acordo com a doença do paciente; – A operadora do plano de saúde deve discriminar em contrato os percentuais de coparticipação, bem como o início da cobertura e os períodos de carência para cada procedimento; – Já no site da empresa deve constar outras informações importantes ao usuário, como o tipo de acomodação contratada, área de atendimento, lista de profissionais credenciados, dados para atendimento, o número de registro da operadora na ANS, bem como os contatos da Agência para dúvidas, fiscalização ou denúncias. Como funciona a coparticipação? Como já sabemos, a coparticipação é um valor que o usuário de plano de saúde paga quando usa algum tipo de procedimento médico, coberto por seu plano. Isso fora o valor da mensalidade. No caso de planos coletivos, como os oferecidos pelas empresas, muitas delas arcam com o valor total da mensalidade ou parte dele, ficando a coparticipação de responsabilidade integral do

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Qualidade do sono: confira aqui algumas dicas para dormir melhor.

Cuidar da saúde envolve diversas ações em nossa rotina. Além de se alimentar adequadamente, praticar exercícios e manter outros hábitos saudáveis, dormir bem deve fazer parte desses cuidados. Nem sempre, no entanto, estamos com a qualidade do sono em dia. Muitas pessoas encontram dificuldades para ter uma boa noite de sono, seja por questões ligadas a outras condições, seja pelo horário de trabalho, seja até mesmo pela utilização de telas antes de dormir, o que corre o risco de afetar o adormecimento e o descanso. Esse assunto é muito relevante e, por essa razão, foi escolhido como tema principal do terceiro episódio do ‘Pod Isso, Doutor’, podcast do Viver Bem. Saiba mais sobre a qualidade do sono neste artigo e ouça o podcast completo nas plataformas de áudio. Afinal, por que dormimos?O ser humano passa um terço de sua vida dormindo. É comum ouvir comentários de que estamos “perdendo” esse tempo, mas a verdade é que o sono é uma parte essencial da nossa vida. Durante o sono, uma série de alterações acontecem em nosso corpo. Nesse período, diversos hormônios são liberados, o que faz com que o indivíduo restaure sua energia. A privação de sono pode trazer uma série de complicações para o organismo. Um exemplo disso é o desenvolvimento infantil. O hormônio do crescimento é liberado durante o sono, e é possível que as crianças tenham esse processo prejudicado quando não dormem bem regularmente. A qualidade do sono também é importante para nossa memória e tem ligação direta com o bom funcionamento do sistema imunológico. Alguns estudos afirmam, inclusive, que dormir mal pode predispor a algumas infecções no organismo. Quantas horas precisamos dormir?É preciso compreender que, embora seja o mais relevante, a qualidade do sono também está relacionada à quantidade. O ser humano precisa dormir um número mínimo de horas. A recomendação é de que pessoas entre 18 e 60 anos durmam entre 7 e 9 horas por noite. Essa característica, no entanto, é individual. Algumas pessoas conseguem repor as energias dormindo menos tempo, enquanto outras têm uma necessidade maior. É crucial conhecer o próprio corpo e compreender qual é a sua necessidade de sono. Ao longo da vida, essa demanda vai sofrendo alterações, mas qualquer indivíduo precisa suprir as exigências do organismo – inclusive os idosos. As complicações da privação de sonoA privação de sono pode trazer uma série de consequências. Uma das principais é o cansaço diurno e a diminuição do rendimento, o que certamente aumenta a quantidade de acidentes, tanto de trabalho quanto no trânsito. No dia a dia, as noites mal dormidas também estão relacionadas a algumas questões como a irritabilidade e a depressão. Com o passar do tempo, a má qualidade do sono muitas vezes provoca quadros mais graves da doença ou até mesmo causa a predisposição a alguns cânceres. Em termos de metabolismo, o ganho de peso também pode ser provocado por noites mal dormidas. Tal condição, ele está suscetível a desencadear outras consequências no futuro, como a sensibilidade à insulina, a intolerância à lactose e outros problemas de saúde. Além da repercussão diurna, existe um aumento do risco cardiovascular. Uma pessoa com predisposição à hipertensão, por exemplo, é capaz de aumentar o risco de adquirir a doença com o passar do tempo, caso não se preocupe em manter uma boa qualidade do sono. De modo geral, a privação de sono pode estar relacionada a diversas doenças. Os sonhosEmbora os estudos dos sonhos estejam muito mais associados à psiquiatria, também é possível que o conteúdo dos sonhos esteja relacionado a distúrbios do sono. É comum, por exemplo, que um paciente com apneia sonhe durante a noite que está sufocando. Também é frequente, principalmente em idosos, a vivência dos sonhos, quando a pessoa sonha que está caindo e, de fato, se joga da cama. Apneia do sono: sintomas, riscos e por que é importante cuidar Qualidade do sono: como dormir melhor?Agora que você já entendeu a importância de dormir bem e quais são as consequências da má qualidade do sono, chegou a hora de aprender como algumas ações podem fazer a diferença e melhorar suas noites de sono. É fundamental compreender que a cama foi feita para dormir. Não é recomendado ler, jogar ou fazer outras atividades na cama. O corpo precisa estar ciente de que aquele é um local de tranquilidade e relaxamento e está relacionado diretamente ao sono. Antes de ir para a cama, é necessário desacelerar o organismo. É importante diminuir a quantidade de atividades físicas antes de dormir e evitar a luminosidade das telas (como televisão, computador e celular), que impactam negativamente o adormecer. Os cuidados com a alimentação também são muito relevantes: no período noturno, é recomendado comer alimentos mais leves e não fazer o uso de cafeína, de preferência depois das quatro horas da tarde. Bebidas alcoólicas e nicotina também são estimulantes e podem atrapalhar a qualidade do sono. A importância de manter o ritmoÉ muito comum encontrar pessoas que aproveitam o fim de semana para dormir por mais tempo, enquanto outras acabam tendo menos tempo de sono porque aproveitam para ir para a cama mais tarde. A falta de regularidade, no entanto, não traz um impacto positivo ao dia a dia. É muito importante manter um ritmo. Dormir muito ou pouco no fim de semana pode atrapalhar a qualidade das noites de sono nos dias subsequentes, o que prejudica esse padrão. O uso de medicamentos para dormirQuando falamos sobre o sono, é muito frequente encontrar pessoas que utilizam medicamentos para dormir. Em longo ou médio prazo, no entanto, essas medicações trazem consequências, principalmente em idosos. Além disso, o uso pode levar a problemas de memória e até a risco de queda na terceira idade. Afora a higiene do sono, existem outras abordagens que certamente ajudam a melhorar a qualidade do sono. Aliadas a ela, a avaliação e a psicoterapia podem ter resultados tão eficazes quanto as medicações. A utilização dos remédios deve ser reservada para casos específicos. EstimulantesCom relação ao sono, também existe um abuso

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5 Motivos para ter um Plano de Saúde

Nossa qualidade de vida está integralmente ligada aos cuidados que temos com a nossa saúde. Além de uma boa alimentação, praticar exercícios, ter momentos de descanso, um bom plano de saúde também faz parte desse cuidado! O que não faltam são motivos para ter um plano de saúde! Acesso aos melhores profissionais, agilidade no atendimento e poder realizar check-ups com frequência são alguns exemplos. Pensando nisso, separamos 5 razões para você e sua família terem um plano de saúde. 01. Garantia de atendimento Ir ao hospital e não poder ser atendido, seja por filas enormes ou faltas de profissionais, é uma situação que ninguém quer passar. E se dependermos apenas do sistema público de saúde podemos correr esse risco, logo, ter um plano de saúde é a garantia de atendimento a qualquer momento. 02. Mais agilidade no atendimento Quando falamos de saúde, ter uma resposta rápida quanto à situação faz toda a diferença. Por isso, uma das vantagens em ter um plano de saúde é a rapidez em conseguir um atendimento, além de direcionar para os melhores hospitais. 03. Acesso aos melhores profissionais Agendar consultas com especialistas pelo sistema público de saúde é uma das tarefas mais difíceis por conta dademanda de atendimento, as vezes precisamos esperar por meses. Com plano de saúde, o acesso é mais rápido e fácil, mesmo com profissionais mais concorridos. 04. Prevenção e economia a longo prazo Realizar check-ups e exames de rotina é muito mais simples com um plano de saúde. Quando cuidamos da nossa saúde rotineiramente, as chances de descobrir doenças em estágios iniciais são maiores e assim podemos tratá-lasprecocemente, evitando gastos com saúde futuramente. 05. Segurança e tranquilidade para toda família Diante da atual situação em que vivemos, depender única e exclusivamente do sistema público de saúde não é a melhor ideia, por isso, ter um plano de saúde pode trazertranquilidade e segurança para você e sua família, poisgarante atendimento com os melhores profissionais e nos melhores hospitais. Entre em contato e confira os planos disponíveis!

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Conheça os principais cuidados com o recém-nascido

Voltar para casa com o bebê nos braços é o momento mais esperado pelos pais. Por outro lado, é também um momento de apreensão para todos os pais, de primeira viagem  ou não, com relação aos cuidados com o recém-nascido (RN). E não poderia ser diferente: é na saída da maternidade que surgem as principais dúvidas sobre como lidar com esse ser ainda tão frágil e sensível. Apesar disso, essa questão não é um bicho de sete cabeças. Pensando nisso, vamos ajudar a desmistificar os principais assuntos que merecem atenção nos primeiros dias de vida. Continue lendo este post para conferir! Como cuidar do bebê nos primeiros dias de vida? Os primeiros 28 dias de vida – quando o bebê ainda é considerado recém-nascido – são os mais sensíveis. Tanta fragilidade faz com que mães e pais estejam ainda mais preocupados com a saúde dos pequenos. Por isso, o primeiro passo para aprender a cuidar do bebê nos primeiros dias de vida é estar atento ao momento correto para cada etapa desse cuidado. Antes de mais nada, é importante transmitir afeto à criança. Fazer com que o bebê se sinta acolhido e protegido é uma das coisas mais importantes e isso deve ser feito desde os primeiros dias de vida. Não tenha medo de pegá-lo no colo e de transmitir carinho em cada gesto. Converse, cante e brinque com o seu bebê. Através do contato físico e dos gestos de carinho é que as conexões se fortalecem já nos primeiros momentos. E, para os pais de primeira viagem, é importante reforçar: não tenham medo de errar nem de pedir ajuda quando for necessário. Cuidados com o Recém Nascido: o que não pode faltar? Quando o assunto é direcionado aos cuidados com o RN, atenção nunca é demais. E existem algumas diretrizes que devem ser seguidas para oferecer mais saúde e qualidade de vida ao bebê. Você, certamente, preza pelo melhor para o seu filhote. E é essa mentalidade de atenção, aliada às ferramentas disponíveis para cuidar da saúde do neném, que vai garantir um desenvolvimento mais saudável para ele. Quer ficar por dentro de todas essas informações? A Unimed-BH vai ajudar. Reunimos algumas dicas fundamentais para ajudar mães e pais nesta nova rotina. Elas valem para pais de primeira viagem e também para aqueles que promoveram o(s) filho(s) a irmão(s) mais velho(s). Exames do recém-nascido Os primeiros exames do recém-nascido são, na verdade, testes para a identificação precoce de algumas doenças. Eles devem ser realizados nos primeiros dias de vida do bebê e variam de acordo com o tipo de exame. Fique atento. É fundamental que o seu bebê faça os seguintes exames nos primeiros dias de vida: Teste do olhinho – Também chamado de pesquisa do reflexo vermelho, ele serve para identificar sinais de doenças como glaucoma de nascença, tumores intraoculares e catarata infantil. Feito na maternidade antes da alta. Teste do coraçãozinho – A oximetria de pulso é um exame rápido, que tem o objetivo de indicar se o bebê apresenta alguma doença cardíaca grave. Ele deve ser realizado entre 24 horas e 48 horas de vida do recém-nascido. Teste da orelhinha – A triagem auditiva é um teste para avaliar se há alguma perda na função auditiva do bebê. Precisa ser realizado quando o bebê ainda estiver na maternidade, ou seja, logo após o nascimento. Caso não seja feito, até por volta de 6 meses de vida é possível realizá-lo. Teste da linguinha – O mais recente entre os testes obrigatórios tem o objetivo de detectar se há alterações em uma membrana chamada frênulo, localizada na língua. Essas alterações podem causar a popular “língua presa”, entre outros problemas de sucção e mastigação. O exame deve ser realizado o mais cedo possível, ainda na maternidade ou, de preferência, no primeiro mês de vida. O exame é rápido, sem contraindicações e essencial para a qualidade de vida do bebê. Feito precocemente, fornece possibilidades de intervenções e tratamentos precoces, quando necessário. Teste do pezinho – Além de identificar o tipo sanguíneo da criança, o teste do pezinho pode ajudar no diagnóstico precoce de inúmeras doenças. A fenilcetonúria, as hemoglobinopatias e a fibrose cística são algumas delas. Se feito entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê, ele é mais eficaz. Vacinação Manter a vacinação em dia é uma das formas mais importantes de cuidados com o recém-nascido. Com as vacinas, o organismo produz anticorpos contra diversas doenças que podem causar danos à saúde do bebê. As primeiras doses ministradas devem ser contra hepatite B e contra tuberculose. Na caderneta de saúde da criança, é possível conferir o Calendário Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde e se atualizar a respeito das demais vacinas a serem aplicadas. A Sociedade Brasileira de Pediatria também fornece um calendário. Converse com o pediatra sobre algumas diferenças entre eles. Amamentação Além de ser uma demonstração de amor, a amamentação também é um ato de cuidado com o recém-nascido. Isso porque o leite materno é um alimento completo, que fornece anticorpos essenciais para prevenir o bebê de doenças. Essa riqueza de nutrientes faz com que o leite materno seja o único alimento necessário para o bebê até os 6 meses de vida. Depois dessa fase, outros itens podem ser incluídos aos poucos. Mas, até os 2 anos de idade, é ideal que ele continue sendo amamentado. A saúde da mamãe também é beneficiada, pois, além de ajudar na recuperação do útero no pós-parto, o ato de amamentar diminui o risco de anemia, diabetes, câncer de mama e ovários. Fora os benefícios para a saúde, a amamentação é um momento de contato íntimo entre mãe e filho. Por isso, é indicado que seja iniciada logo após o nascimento do bebê, levando em consideração o estado de saúde de ambos. Nos primeiros meses, o bebê normalmente ainda não tem um horário fixo para mamar: ofereça o seio sempre que ele quiser. Com o tempo, ele vai desenvolver uma rotina de horário para as mamadas.

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Como cuidar da saúde diariamente e ter uma boa integridade física e mental?

Na busca pela integridade mental e física, é fundamental readaptar o corpo a uma rotina saudável e se concentrar, totalmente, na conquista de novos hábitos, focando sempre no bem-estar geral. Cuidar da saúde é uma atitude que deve ser tomada, diariamente, para evitar doenças e, claro, para manter uma vida mais equilibrada. No entanto, muitas vezes, devido à rotina cada vez mais agitada, as pessoas acabam se esquecendo do cuidado que deveriam ter com a saúde. Por isso, é preciso mudar a atitude, os costumes diários e aplicar algumas dicas no dia a dia para ter uma vida mais saudável. Se você quer cuidar mais da sua saúde, continue acompanhando o texto e confira quais são essas dicas de cuidados básicos para ter todos os dias. Aproveite e boa leitura! Beba no mínimo 2 litros de água Pode não ser uma novidade mas é importante reforçar! A água é indispensável para o funcionamento dos nossos órgãos, além de ajudar na hidratação do corpo. O ideal é que o consumo de água seja, no mínimo, de 2 litros por dia. Uma dica valiosa para que você possa alcançar essa meta é ter a sua garrafa de água sempre com você, seja no carro, dentro da bolsa ou na mesa do seu trabalho, pois isso vai fazer com que o consumo se torne inconsciente. Durma bem É muito prazeroso chegar em casa depois de um longo dia de trabalho ou de estudos e dormir muito bem, não é verdade? Contudo, é importante lembrar de que o sono não assume somente essa função revitalizante, pelo contrário, ele tem vários papéis fundamentais para o nosso organismo. Acordar muito durante a noite — por causa da insônia ou de apneia do sono — ou dormir menos que o indicado — menos de 6 a 8 horas — acaba prejudicando o bom funcionamento do nosso corpo. Por isso, é importante tomar algumas medidas, como: ir para a cama sempre no mesmo horário; evitar comer alimentos pesados à noite; não fazer atividades que causem estimulação cerebral — como uso excessivo de smartphone ou televisão e investir em travesseiros confortáveis, que ajudem você a relaxar e manter uma boa qualidade de sono. Depois de adotar essas práticas, caso continue com dificuldades para ter um bom sono, é importante buscar ajuda com um especialista. Faça exercícios Você dedica um tempo do seu dia para praticar exercícios físicos? Não? Bom, então é o momento de mudar os seus hábitos e inseri-los na sua rotina. As vantagens do exercício físico são inúmeras e vão muito além da estética, pois auxiliam na prevenção de doenças, aumentam o ganho de massa muscular, liberam endorfinas — que reduzem a ansiedade, o estresse e melhoram o humor — e contribuem para uma melhor noite de sono. O ideal é praticar, no mínimo, 30 minutos de exercício por dia, para torná-lo um hábito e manter os benefícios. Ações simples, como trocar o automóvel pela bicicleta, reduzem custos, ajudam a melhorar o meio ambiente, proporcionam bem-estar e ainda melhoram a saúde. Cuide da alimentação É preciso cuidar da alimentação todos os dias, tentando se alimentar bem em todas as refeições. Se isso vira uma rotina, e não uma meta absoluta, passa a ser mais fácil e muito mais simples de cumprir. Uma dica muito boa é incluir hortaliças e vegetais na alimentação, uma vez que o corpo necessita de nutrientes e de vitaminas específicas para funcionar adequadamente. Então, insira uma porção de vegetais no almoço ou no jantar. As vagens, os brócolis, a batata, a cenoura e o espinafre são alguns dos alimentos que fazem parte desse grupo e que são bem fáceis de cozinhar. Sem contar que são alimentos que têm uma grande vantagem: nos deixam satisfeitos rapidamente. Opte sempre pelos alimentos cozidos no forno, na grelha ou no vapor. Além disso, escolha alimentos mais saudáveis quando for comer algo que seja doce, como as frutas, o iogurte ou o chocolate amargo. Se possível, escolha os alimentos integrais – que são alimentos que mantiveram todos os seus componentes por não passar por um processo de refinação. Assim, ele mantém também todos os seus nutrientes e dão mais saciedade. Por fim, lembre-se de que cuidar da alimentação também significa não pular nenhuma refeição e comer sempre em quantidades corretas. Tome o café da manhã, almoce, jante e, se possível, procure fazer dois lanches saudáveis durante o dia. Faça exames regularmente O ponto-chave que vai ajudar você a cuidar bem da saúde é fazer um acompanhamento médico. Lembre-se de que a maior parte das doenças crônicas é assintomática, por isso, é fundamental realizar exames periodicamente. Essa prática, com certeza, vai contribuir para um diagnóstico bem específico sobre o funcionamento do seu corpo. O ideal é fazer, pelo menos, um check-up por ano. É claro que, para os portadores de doenças, é preciso reduzir essa periodicidade de acordo com a orientação do médico. Evite açúcar De acordo a pesquisa do International Diabetes Federation (IDF), o Brasil é o quarto país com a maior quantidade de pessoas com diabetes do mundo. Além disso, o número de diabéticos só aumenta no país e, como se sabe, uma das principais causas de diabetes e de obesidade ao nível mundial é o consumo excessivo de açúcar. Não estamos dizendo que é preciso retirar o açúcar completamente da sua dieta, mas que é preciso reduzir as quantidades. Evite hábitos prejudiciais Alguns hábitos prejudiciais devem ser evitados como fumar, ingerir bebidas alcoólicas em excesso. O cigarro, por exemplo, tem várias substâncias cancerígenas em sua composição. Além disso, é um produto que gera fumaça prejudicial para o sistema respiratório, causando inflamação, além de poder levar a várias doenças. O consumo de bebidas alcoólicas é prejudicial para a saúde, pois o álcool também traz malefícios tanto ao corpo quanto à mente. Afinal, essas bebidas são causas de vários acidentes, além de poder trazer doenças crônicas como câncer de fígado e cirrose. Para que você não se esqueça de como cuidar da saúde, vamos relembrar: beba no mínimo 2 litros de água; durma bem; faça exercícios; cuide da

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Dor de dente: saiba quais as possíveis causas desse incômodo.

Quem já sentiu dor de dente, sabe que ela é inesquecível. Alguns tipos de desconforto são tão fortes que fazem com que a pessoa pare de comer, dormir ou, até mesmo, falar. É praticamente impossível fazer qualquer coisa que não seja tentar eliminar essa sensação. O problema é que as dores de dente não costumam se manifestar do nada. Normalmente, elas nos dão sinais de que vão aparecer, como o surgimento de cáries, a quebra de um dente ou o aparecimento de vermelhidão na região das gengivas. Então, que tal conhecer algumas das principais causas de dor de dente e descobrir quais são os tratamentos mais frequentemente aplicados para resolver esse problema? Continue a leitura e tire as suas dúvidas sobre o assunto! Quais são as causas da dor de dente? Veja, a seguir, algumas das possíveis causas para que um dente fique doendo! Sensibilidade Sensibilidade dentária é o nome dado àquela sensação de “arrepio” que temos quando tomamos ou comemos algo quente ou frio demais, além de outras situações, como o ato de escovar os dentes e muito mais. Se você está passando por isso, é provável que a região mais interna do seu dente tenha sido afetada, provavelmente, por uma cárie. A dor é outro sinal muito comum, e isso precisa ser avaliado por um profissional. Cáries Cáries são causadas pela ação das bactérias em nossos dentes. Elas cavam um buraquinho no esmalte, aquele ponto preto observado na dentição. A partir daí, começam a “comer” a estrutura dentária, podendo chegar a pontos profundos e causar muita dor. Por isso, o ideal é tratá-las o quanto antes, já que o seu avanço pode gerar infecções e, até mesmo, a perda do dente afetado. Inflamações na gengiva A gengivite é a inflamação na gengiva, tecido que sustenta os dentes. Problemas nessa região também podem deixá-los fragilizados, fazendo com que a dor seja um sintoma presente. Um dos sinais de que você pode estar com gengivite é o avermelhamento da região, mas isso não é tudo. Se você vê as suas gengivas sangrarem com facilidade, é importante ficar de olho. Infiltração em restaurações Se você já fez alguma restauração (ou seja, o tratamento de uma cárie) e está sentindo dor no mesmo dente, é possível que esteja passando por uma infiltração. Isso acontece quando o material utilizado já não está mais bom. É como se a restauração tivesse vencido. Assim, é necessário refazer o procedimento, de preferência, utilizando materiais de boa procedência e com boa durabilidade. Converse com o seu dentista sobre o assunto! Abscesso periapical Os abscessos são o nome técnico para o acúmulo de pus em uma região. Quando eles são chamados de periapicais, é porque acontecem próximos à raiz do dente. Podem surgir por uma grande variedade de razões, dentre elas, a infiltração em uma restauração. Outra possível causa para esse problema é uma cárie não tratada, mas o sintoma é sempre o mesmo: a dor. Nesses casos, por conta da infecção, o paciente também pode ter febre. Pulpite O dente é composto por diversas estruturas, sendo a polpa a mais interna de todas. É nela que estão os nervos e os vasos sanguíneos, fazendo com que essa seja uma área muito sensível e que, consequentemente, causa muita dor. Pulpite é o nome dado à inflamação nessa região. A principal causa para esse problema é a presença de uma cárie que não foi tratada e, pouco a pouco, foi se infiltrando no dente. Muitas vezes, o tratamento de canal é a única solução para essa situação, que também pode gerar abscessos periapicais. Trauma Por fim, outra causa da dor de dente é a presença de traumas. Eles são caracterizados por acidentes que acontecem em nossos dentes, como fraturas, pancadas e outros problemas que podem fazer com que a dentição fique quebrada ou “mole”. Questões como essa podem afetar a polpa do dente, fazendo com que a estrutura fique sensível e o paciente sinta bastante dor e desconforto. É preciso uma intervenção rápida para evitar que a condição se agrave e, assim, o dente seja perdido. Quais são os tratamentos para a dor de dente? Há várias formas de tratar uma dor de dente. A escolha ideal dependerá da causa para o problema, mas pode incluir: uso de medicações (como analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos); restauração (remoção da cárie); tratamento de canal, entre outros. Apenas uma avaliação minuciosa com um dentista poderá ajudar a determinar qual é o melhor tratamento para o seu caso. Ele vai avaliar a sua boca com o olhar e as ferramentas necessárias e poderá, em alguns casos, solicitar exames complementares. O mais comum é o raio-X panorâmico, que avalia toda a sua arcada em apenas alguns minutos. Como tratar a dor de dente? Se você está sentindo muita dor, há coisas que podem ser feitas para aliviá-la. No entanto, o tratamento é feito exclusivamente no consultório do dentista. Por isso, as medidas para reduzir o desconforto só devem ser feitas até a hora da sua consulta, e não como substituição à opinião de um profissional. Como vimos, há muitas causas para a dor de dente. Aliviar a dor não é o mesmo que tratá-la, e o problema continuará lá, agindo. Assim, você corre o risco de perder o seu dente ou ter uma infecção séria, caso os dentes não sejam examinados o quanto antes. Para aliviar a dor até a hora da consulta, é possível tomar analgésicos com moderação. Consulte a opinião de um farmacêutico para saber a dose correta! Além disso, uma compressa gelada na região do desconforto pode ajudar. Outras dicas são escovar o dente afetado, com delicadeza, ou fazer bochechos mornos com água e sal. Como podemos ver, as causas para a dor de dente são bem variadas. Ou seja: não é possível bater o martelo na razão para o desconforto sem que os seus dentes sejam examinados por um bom profissional. Assim, o tratamento será mais certeiro e você poderá sorrir sem preocupações! Se caso tiver alguma dor de dente aproveite a vigência 24 Horas que os planos odontológicos oferecem.

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